Vestimenta na igreja

Vestimenta na igreja

Existe uma vestimenta adequada
para cerimônias religiosas?

Este post é uma continuação da nossa matéria Igreja não é boate I. Se ainda não leu, corre lá antes de dar prosseguimento nesta leitura aqui. Parece que foi ontem que o escrevi, mas vi que já faz 3 meses. Como ele teve uma repercussão GIGANTE, resolvi conversar mais um pouquinho sobre o assunto tão “polêmico”, mas tãoooo simples de entender.

Antes de tudo, saiba que você é bem-vindo à igreja com qualquer vestimenta. Algumas pessoas podem te olhar de cara feia, mas Deus não faz isso. Porém, assim como planejamos o que vestir numa festa, apresentação de TCC, ocasião política, num encontro romântico e no trabalho, vale também ter uma atenção especial quanto às cerimônias religiosas. Quero também lembrar que a igreja promove a simplicidade e modéstia, que são princípios bíblicos, então as recomendações deste artigo não estão nada relacionadas à classe econômica de ninguém, mas servem como auxílio para qualquer indivíduo que tem interesse na conveniência, na elegância e no respeito. 

Você sabe que empresas podem exigir que seus funcionários vistam uniformes. Os parlamentares, por exemplo, devem usar terno e gravata. Em algumas repartições públicas, é proibida a entrada de pessoas com bermuda, chinelo ou roupa sem manga. Estas são regras de etiqueta, mas o bom senso vai além das normas. Por exemplo, você não costuma andar com roupa de banho no centro da cidade, nem com terno e gravata na praia. Então, como se portar na igreja?

etiqueta_vestimenta

Gostei de um pensamento que encontrei entre uma leitura e outra: “não há regras de etiqueta para o culto, mas há conveniências. E onde há ausência de regras não quer dizer que tudo é válido”. O escritor e apresentador Felipe Aquino explica que, para cada tipo de ambiente, existe uma recomendação de imagem pessoal. “Quando vamos à Igreja, vamos prestar culto a Deus. Sendo assim, a própria roupa que usamos já é sinal de nossa manifestação de louvor, de adoração, de respeito a Deus”, destacou. Glória Kalil, jornalista e consultora de moda, escreveu um texto no qual afirmava que “igreja não é boate”.

vestimenta_igreja

Em seu livro Chic[érrimo], ela explica: “cerimônia religiosa exige certa contenção na exibição dos brilhos e do corpo. Decotes e fendas podem ser disfarçados e atenuados por xales e estolas. Sinal de respeito”. Vale lembrar deste acontecimento no programa Esquadrão da Moda:

“Não se trata de uma religião específica, mas sim do respeito que cada um carrega dentro de si quando se dirige a um local sagrado. Certos trajes conotam vulgaridade e falta de conscientização quanto ao real objetivo daquele encontro e desrespeito com as pessoas presentes”. Seria interessante se analisássemos sinceramente nossas intenções ao escolhermos o que vestir, principalmente na casa do anfitrião: Deus. 

Compartilhe este post com os amigos.
Espero que tenha aproveitado a reflexão.

por Emanuelle Sales

3 Comentários

  1. Marília

    Amei o post encontrei pelo Facebook. Assunto importante pra se pensar

    8 de junho de 2016 @ 15:56
  2. Allain

    Quando somos realmentes corvertidos, não é nem um pouquinho nessesario ser repreendido em qualquer uns desses assuntos pois o Senhor Jesus nos deixa sobrios…!!!

    8 de janeiro de 2017 @ 14:47

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